“Será que Cristóvão Colombo era polaco?” questiona a Newsweek Polska, citando a teoria avançada pelo historiador português Manuel Rosa. Este afirma que o homem que descobriu a América não era filho de um pobre tecelão de Génova, mas do rei polaco Władysław III que, contrariamente ao que se diz, não morreu na Batalha de Varna (1444), contra os turcos, mas que, ao fim de “anos a vaguear”, encontrou refúgio na ilha portuguesa da Madeira, onde era conhecido pelo nome de Henrique Alemão. Manuel Rosa afirma inclusivamente que terá sido aqui que Cristóvão Colombo nasceu. “Há inúmeros indícios de que a mulher de Henrique Alemão se chamava Annes de Sá Colona e de que o nome Cristóvão em Espanha era Colón – é semelhante, não é?” Afirma Manuel Rosa, acrescentando que, à semelhança de Colombo, Alemão tinha “cabelo ruivo, olhos azuis e pele clara, características dos povos do Norte e Leste da Europa”.
Um setor público tentacular, sindicatos todo-poderosos, uma política de clientelas. Na Grécia, os empresários têm uma lista de queixas interminável. Mas, depois de terem deslocalizado, negligenciado a investigação e praticado a evasão fiscal, estariam entre os primeiros a sofrer com uma saída do euro.
Apesar de se considerar como um povo ligado à Internet, as estatísticas mostram que apenas um terço da população da Estónia tem uma conta nesta conhecidíssima rede social. Porque a vida privada deve ser isso mesmo, pensam os restantes.
Alexis Tsipras, vencedor das eleições de 6 de maio e líder da coligação de esquerda radical Syriza, é a estrela do momento da política grega. A três semanas das legislativas de 17 de junho, o seu programa, que oscila entre o pragmatismo e a luta de classes, preocupa muitas capitais europeias.