As estradas da Europa serão em breve percorridas por camiões gigantes de 60 toneladas e com 25 metros de comprimento? É possível, segundo o Die Presse, que se mostra alarmado pelo facto de os construtores de pesados fazerem “lobbying" intenso junto da Comissão Europeia para obterem a autorização de circulação. "No seu primeiro relatório, a Comissão pronunciou-se a favor dos ‘Gigaliner’”, escreve este diário de Viena, que receia que, “agora que está a presidir à União, a Suécia, e os seus construtores Volvo e Scania, possam aumentar ainda mais a pressão”.
A Suécia é, juntamente com a Finlândia, o único país europeu onde os EuroCombi – como também são conhecidos – já circulam. Na UE, as opiniões dividem-se: a Dinamarca, os Países Baixos e a Bélgica são a favor; a Áustria, a Alemanha e alguns outros países da Europa Central são contra. “A longo prazo, os custos serão enormes: muitas estradas não têm capacidade para suportar pesos de 60 toneladas”, salienta-se em Viena. E acrescenta-se que seria necessário reconstruir estradas, pontes e curvas demasiado estreitas. Os camiões actualmente em circulação, destaca o Die Presse, são de 18 metros e 40 toneladas, no máximo.
Um setor público tentacular, sindicatos todo-poderosos, uma política de clientelas. Na Grécia, os empresários têm uma lista de queixas interminável. Mas, depois de terem deslocalizado, negligenciado a investigação e praticado a evasão fiscal, estariam entre os primeiros a sofrer com uma saída do euro.
Apesar de se considerar como um povo ligado à Internet, as estatísticas mostram que apenas um terço da população da Estónia tem uma conta nesta conhecidíssima rede social. Porque a vida privada deve ser isso mesmo, pensam os restantes.
Alexis Tsipras, vencedor das eleições de 6 de maio e líder da coligação de esquerda radical Syriza, é a estrela do momento da política grega. A três semanas das legislativas de 17 de junho, o seu programa, que oscila entre o pragmatismo e a luta de classes, preocupa muitas capitais europeias.