"Finalmente, saiu a nova lei laboral", anuncia o diário estónio Eesti Päevaleht. O diploma liberaliza grandemente as condições de despedimento: o patrão pode limitar-se a mandar ao empregado um SMS ou uma mensagem de correio electrónico com uma "comunicação de despedimento". "Hoje, uma coisa é clara", comenta o jornal. "As relações nos locais de trabalho vão ser tensas como as cordas bem esticadas de um instrumento, uma vez que o despedimento é agora muito mais fácil e com custos muito menores." A lei parte do princípio de que empregadores e assalariados são parceiros em pé de igualdade e de que é tudo uma questão de negociação. «Fácil de dizer mas difícil de fazer", considera o Eesti Päevaleht. "Um empregado sem conhecimentos jurídicos básicos e sem técnica de negociação arrisca-se a ficar numa situação difícil."
Estónia
Despedidos por SMS
1 julho 2009
Presseurop
Eesti Päevaleht
Um setor público tentacular, sindicatos todo-poderosos, uma política de clientelas. Na Grécia, os empresários têm uma lista de queixas interminável. Mas, depois de terem deslocalizado, negligenciado a investigação e praticado a evasão fiscal, estariam entre os primeiros a sofrer com uma saída do euro.
Apesar de se considerar como um povo ligado à Internet, as estatísticas mostram que apenas um terço da população da Estónia tem uma conta nesta conhecidíssima rede social. Porque a vida privada deve ser isso mesmo, pensam os restantes.
Alexis Tsipras, vencedor das eleições de 6 de maio e líder da coligação de esquerda radical Syriza, é a estrela do momento da política grega. A três semanas das legislativas de 17 de junho, o seu programa, que oscila entre o pragmatismo e a luta de classes, preocupa muitas capitais europeias.