"Crise do euro, com a chegada da China", titula La Tribune, que refere as declarações do vice-primeiro-ministro chinês, Wang Qishan, por ocasião de uma minicimeira económica sino-europeia, a 21 de dezembro. Wang Qishan afirmou que Pequim irá ajudar determinados Estados-membros da UE a combater a crise da dívida soberana, pondo à frente "o interesse fundamental da China e da UE no reforço da sua cooperação". "Pequim acompanha com alguma preocupação o desenrolar dos Conselhos Europeus que tentam, desde o início de 2010, acalmar os mercados", observa La Tribune, adiantando que não atua desinteressadamente, "pois a UE é o principal parceiro comercial" da China: "em 2009, por um euro de exportações chinesas para a Europa, as empresas europeias realizavam na China uma receita de 1,4 euros".
Um setor público tentacular, sindicatos todo-poderosos, uma política de clientelas. Na Grécia, os empresários têm uma lista de queixas interminável. Mas, depois de terem deslocalizado, negligenciado a investigação e praticado a evasão fiscal, estariam entre os primeiros a sofrer com uma saída do euro.
Apesar de se considerar como um povo ligado à Internet, as estatísticas mostram que apenas um terço da população da Estónia tem uma conta nesta conhecidíssima rede social. Porque a vida privada deve ser isso mesmo, pensam os restantes.
Alexis Tsipras, vencedor das eleições de 6 de maio e líder da coligação de esquerda radical Syriza, é a estrela do momento da política grega. A três semanas das legislativas de 17 de junho, o seu programa, que oscila entre o pragmatismo e a luta de classes, preocupa muitas capitais europeias.