“O Governo sobreviveu à primeira crise, mas a coligação está dividida”, constata o Hospodářské noviny. A 21 de dezembro, os deputados checos rejeitaram uma moção de censura apresentada pela oposição contra o Governo de Petr Nečas, cformado no fim de junho de 2010. O Executivo ficou fragilizado com a demissão do ministro do Ambiente, Pavel Drobil, envolvido num escândalo de corrupção. O diário explica que o ODS, o partido de Nečas, e o seu aliado, o partido Assuntos Públicos, que construiu o seu sucesso com o apelo à luta contra a corrupção, “deixaram de confiar um no outro”. Mas, reconciliados pelo Presidente da República, Václav Klaus, os partidos da coligação, que inclui também o partido TOP 09, rejeitaram a moção e “chegaram mesmo a acordo sobre a preparação de uma estratégia anticorrupção”, diz o Hospodářské Noviny.
Um setor público tentacular, sindicatos todo-poderosos, uma política de clientelas. Na Grécia, os empresários têm uma lista de queixas interminável. Mas, depois de terem deslocalizado, negligenciado a investigação e praticado a evasão fiscal, estariam entre os primeiros a sofrer com uma saída do euro.
Apesar de se considerar como um povo ligado à Internet, as estatísticas mostram que apenas um terço da população da Estónia tem uma conta nesta conhecidíssima rede social. Porque a vida privada deve ser isso mesmo, pensam os restantes.
Alexis Tsipras, vencedor das eleições de 6 de maio e líder da coligação de esquerda radical Syriza, é a estrela do momento da política grega. A três semanas das legislativas de 17 de junho, o seu programa, que oscila entre o pragmatismo e a luta de classes, preocupa muitas capitais europeias.