“Matei durante a Revolução”, é a manchete do România Liberă, que publica o testemunho de Corneliu Stoica, um antigo campeão de tiro, sobre o papel que desempenhou na Revolução de 1989. Quase 21 anos após a queda do regime comunista de Nicolae Ceauşescu, a associação “21 de dezembro 1989” tem revelado alguns dos depoimentos prestados durante a investigação por alguns dos atores da época, antes do fim do inquérito ainda em curso, sobre a morte a tiro de cerca de 1200 manifestantes, que terminará a 22 de dezembro. Stoica terá afirmado que, a pedido de Dan Iosif, um dos colaboradores mais próximos de Ion Iliescu, o líder da Revolução, abateu várias pessoas e fez parte de um grupo de atiradores que abriu fogo sobre os manifestantes no dia 22 de dezembro daquele ano, dia da fuga de Ceauşescu. O seu testemunho, escreve o România Liberă, reforça a tese de um golpe de Estado urdido por Iliescu e Iosif.
Um setor público tentacular, sindicatos todo-poderosos, uma política de clientelas. Na Grécia, os empresários têm uma lista de queixas interminável. Mas, depois de terem deslocalizado, negligenciado a investigação e praticado a evasão fiscal, estariam entre os primeiros a sofrer com uma saída do euro.
Apesar de se considerar como um povo ligado à Internet, as estatísticas mostram que apenas um terço da população da Estónia tem uma conta nesta conhecidíssima rede social. Porque a vida privada deve ser isso mesmo, pensam os restantes.
Alexis Tsipras, vencedor das eleições de 6 de maio e líder da coligação de esquerda radical Syriza, é a estrela do momento da política grega. A três semanas das legislativas de 17 de junho, o seu programa, que oscila entre o pragmatismo e a luta de classes, preocupa muitas capitais europeias.