"A UE procura novas fórmulas para reforçar a sua moeda", afirma o título do Público, a três dias antes do início do Conselho Europeu de 16 e 17 de dezembro. Este diário de Madrid recorda que a harmonização das políticas económicas e fiscais e a confirmação dos fundamentos da UE, com destaque para o Tratado de Lisboa, estão na ordem do dia. O euro é "uma moeda à procura de um país", ironiza o Público, no momento em que a moeda única se tornou o alvo que revela a fragilidade de uma união monetária afetada por "uma má coordenação política, uma integração inexistente e a falta ausência de uma supervisão bancária europeia". Para o Público, a solução poderia residir no BCE, que se fosse uma instituição mais forte e se assemelhasse mais "à sua homóloga dos EUA, a Reserva Federal (Fed)" reforçaria o euro.
Um setor público tentacular, sindicatos todo-poderosos, uma política de clientelas. Na Grécia, os empresários têm uma lista de queixas interminável. Mas, depois de terem deslocalizado, negligenciado a investigação e praticado a evasão fiscal, estariam entre os primeiros a sofrer com uma saída do euro.
Apesar de se considerar como um povo ligado à Internet, as estatísticas mostram que apenas um terço da população da Estónia tem uma conta nesta conhecidíssima rede social. Porque a vida privada deve ser isso mesmo, pensam os restantes.
Alexis Tsipras, vencedor das eleições de 6 de maio e líder da coligação de esquerda radical Syriza, é a estrela do momento da política grega. A três semanas das legislativas de 17 de junho, o seu programa, que oscila entre o pragmatismo e a luta de classes, preocupa muitas capitais europeias.