"A medida da felicidade", titula Der Freitag, que consagra a sua primeira página ao fim do PIB como medida de bem-estar de um país. Se os limites do crescimento como índice de felicidade são conhecidos há 40 anos, esta tomada de consciência não foi bem vista pelos políticos alemães e, em especial, por Angela Merkel. Face ao entusiasmo internacional pelo crescimento alemão, esta Física de formação poderia começar a acreditar em milagres, estima o semanário, que qualifica a "adoração alemã pelo PIB desfasada do nosso tempo". Der Freitag chama a atenção para a tentação de confiar às autoridades a criação de um índice de felicidade, pois isso transformaria a democracia em tecnocracia da Estatística. É preferível que a elaboração de um índice de felicidade continue a pertencer aos cientistas.
Um setor público tentacular, sindicatos todo-poderosos, uma política de clientelas. Na Grécia, os empresários têm uma lista de queixas interminável. Mas, depois de terem deslocalizado, negligenciado a investigação e praticado a evasão fiscal, estariam entre os primeiros a sofrer com uma saída do euro.
Apesar de se considerar como um povo ligado à Internet, as estatísticas mostram que apenas um terço da população da Estónia tem uma conta nesta conhecidíssima rede social. Porque a vida privada deve ser isso mesmo, pensam os restantes.
Alexis Tsipras, vencedor das eleições de 6 de maio e líder da coligação de esquerda radical Syriza, é a estrela do momento da política grega. A três semanas das legislativas de 17 de junho, o seu programa, que oscila entre o pragmatismo e a luta de classes, preocupa muitas capitais europeias.