"A Europa vai dar caça à evasão fiscal", é título no Il Sole 24 Ore, no dia seguinte ao acordo assinado pelos ministros da Economia e Finanças (Ecofin) sobre sigilo bancário. O acordo, que remete para um projeto de diretiva, visa "reforçar a assistência recíproca entre os Estados e a troca de informações sobre tributação direta, a fim de combater a evasão e a fraude fiscais", explica o diário económico: a revisão da diretiva sobre a matéria, que será aplicada igualmente aos acordos com a Suíça, não permitirá aos países-membros recusar informações sobre um contribuinte aos seus parceiros e permitirá aos funcionários do fisco de um país participar em investigações noutro. Em contrapartida, assinala Il Sole 24 Ore, os ministros não chegaram a um acordo sobre o imposto sobre os bancos, reclamado por Paris e Berlim: dez países já adotaram uma medida semelhante, enquanto outros põem em dúvida a sua validade.
Um setor público tentacular, sindicatos todo-poderosos, uma política de clientelas. Na Grécia, os empresários têm uma lista de queixas interminável. Mas, depois de terem deslocalizado, negligenciado a investigação e praticado a evasão fiscal, estariam entre os primeiros a sofrer com uma saída do euro.
Apesar de se considerar como um povo ligado à Internet, as estatísticas mostram que apenas um terço da população da Estónia tem uma conta nesta conhecidíssima rede social. Porque a vida privada deve ser isso mesmo, pensam os restantes.
Alexis Tsipras, vencedor das eleições de 6 de maio e líder da coligação de esquerda radical Syriza, é a estrela do momento da política grega. A três semanas das legislativas de 17 de junho, o seu programa, que oscila entre o pragmatismo e a luta de classes, preocupa muitas capitais europeias.