O apelo lançado pelo ex-comissário europeu, Frits Bolkestein, aos judeus ortodoxos holandeses para abandonarem a Holanda e "emigrarem para os EUA ou Israel", pois "não há futuro" no seu país, suscita um aceso debate, nota De Volkskrant. O diário explica que a intenção do antigo líder liberal foi citada num ensaio do investigador Manfred Gerstenfeld, Het Verval (O Declínio), consagrado aos judeus na Holanda, e referida na véspera numa entrevista ao diário De Pers. Bolkenstein repetiu, então, que a ameaça aos judeus ortodoxos holandeses estava nos imigrantes marroquinos, mal integrados e profundamente antissemitas. Não é a primeira vez que Bolkestein, que deu o seu nome a uma célebre diretiva em matéria de liberalização dos serviços, se encontra no centro de uma polémica, acrescenta De Volkskrant. As suas últimas declarações foram registadas pela imprensa israelita, que relata igualmente a reação do líder populista, Geert Wilders, atualmente em visita a Israel, segundo o qual, "os marroquinos antissemitas é que deviam emigrar".
Um setor público tentacular, sindicatos todo-poderosos, uma política de clientelas. Na Grécia, os empresários têm uma lista de queixas interminável. Mas, depois de terem deslocalizado, negligenciado a investigação e praticado a evasão fiscal, estariam entre os primeiros a sofrer com uma saída do euro.
Apesar de se considerar como um povo ligado à Internet, as estatísticas mostram que apenas um terço da população da Estónia tem uma conta nesta conhecidíssima rede social. Porque a vida privada deve ser isso mesmo, pensam os restantes.
Alexis Tsipras, vencedor das eleições de 6 de maio e líder da coligação de esquerda radical Syriza, é a estrela do momento da política grega. A três semanas das legislativas de 17 de junho, o seu programa, que oscila entre o pragmatismo e a luta de classes, preocupa muitas capitais europeias.