La Vanguardia, 3 dezembro 2010
“O BCE acalma os mercados comprando dívida”, constata La Vanguardia. No dia 2 de dezembro, o Banco Central Europeu anunciou que irá continuar a comprar obrigações públicas, para evitar que os Estados fiquem em situação de incumprimento. O diário afirma, no seu editorial, que o BCE, cujas decisões "são agora determinantes para acalmar a tempestade financeira que, nos últimos dias, se abateu sobre a União Europeia”, é uma “rede de salvação para o euro”. Mas é necessário que traga “liquidez suficiente para parar a especulação que ameaça a estabilidade de vários países e do próprio euro”, conclui o diário barcelonês.
Um setor público tentacular, sindicatos todo-poderosos, uma política de clientelas. Na Grécia, os empresários têm uma lista de queixas interminável. Mas, depois de terem deslocalizado, negligenciado a investigação e praticado a evasão fiscal, estariam entre os primeiros a sofrer com uma saída do euro.
Apesar de se considerar como um povo ligado à Internet, as estatísticas mostram que apenas um terço da população da Estónia tem uma conta nesta conhecidíssima rede social. Porque a vida privada deve ser isso mesmo, pensam os restantes.
Alexis Tsipras, vencedor das eleições de 6 de maio e líder da coligação de esquerda radical Syriza, é a estrela do momento da política grega. A três semanas das legislativas de 17 de junho, o seu programa, que oscila entre o pragmatismo e a luta de classes, preocupa muitas capitais europeias.