"Bem-vindos à Alemanha", deseja em primeira página o Handelsblatt aos potenciais candidatos estrangeiros aos postos qualificados na indústria alemã, um bem que se tornou raro. Por este motivo, explica o jornal, a ministra do Emprego "rompeu o tabu" ao anunciar o fim, a partir da próxima primavera, da obrigação de os empregadores procurarem um candidato alemão antes de contratarem um estrangeiro. A medida contempla, sobretudo, médicos e engenheiros da indústria automóvel e mecânica, dois setores primordiais da economia alemã. Se por um lado, nota o Handelsblatt, "a indústria é apoiada", por outro, "o ministro-presidente da Baviera, locomotiva económica do país, não vê qualquer ‘interesse em favorecer a imigração proveniente de culturas estrangeiras’".
Um setor público tentacular, sindicatos todo-poderosos, uma política de clientelas. Na Grécia, os empresários têm uma lista de queixas interminável. Mas, depois de terem deslocalizado, negligenciado a investigação e praticado a evasão fiscal, estariam entre os primeiros a sofrer com uma saída do euro.
Apesar de se considerar como um povo ligado à Internet, as estatísticas mostram que apenas um terço da população da Estónia tem uma conta nesta conhecidíssima rede social. Porque a vida privada deve ser isso mesmo, pensam os restantes.
Alexis Tsipras, vencedor das eleições de 6 de maio e líder da coligação de esquerda radical Syriza, é a estrela do momento da política grega. A três semanas das legislativas de 17 de junho, o seu programa, que oscila entre o pragmatismo e a luta de classes, preocupa muitas capitais europeias.