A Comissão Europeia, o FMI e o BCE recusaram revelar os nomes da equipa que chegou a Dublin a 17 de novembro para supervisionar a austeridade na Irlanda e os planos orçamentais, noticia o EUobserver.com. O porta-voz da UE para os assuntos económicos, Amadeu Tardio disse apenas: “Serão mais de duas e menos de dez as pessoas que irão”. E acrescentou que “essas pessoas não farão conferências de imprensa”. Esther Miltenia fez eco das palavras de Tardio ao dizer: “Não é preciso que se saiba quem são esses inspetores”. Num desenvolvimento posterior, o vice-primeiro-ministro da Bulgária, Simeon Djankov, desmentiu abertamente o Governo irlandês que afirmou não ter sido feito nenhum pedido formal para uma ajuda UE/FMI. “Espero tomar uma decisão sobre a ajuda dentro de uma semana”, disse ele.
Um setor público tentacular, sindicatos todo-poderosos, uma política de clientelas. Na Grécia, os empresários têm uma lista de queixas interminável. Mas, depois de terem deslocalizado, negligenciado a investigação e praticado a evasão fiscal, estariam entre os primeiros a sofrer com uma saída do euro.
Apesar de se considerar como um povo ligado à Internet, as estatísticas mostram que apenas um terço da população da Estónia tem uma conta nesta conhecidíssima rede social. Porque a vida privada deve ser isso mesmo, pensam os restantes.
Alexis Tsipras, vencedor das eleições de 6 de maio e líder da coligação de esquerda radical Syriza, é a estrela do momento da política grega. A três semanas das legislativas de 17 de junho, o seu programa, que oscila entre o pragmatismo e a luta de classes, preocupa muitas capitais europeias.