“Kate é muito especial.” No meio de orçamentos de austeridade e crise fiscal, com o vizinho irlandês em grandes dificuldades económicas, o jornal de referência do Reino Unido, The Daily Telegraph, faz manchete com a notícia de que o príncipe Guilherme, segundo na linha de sucessão ao trono, depois do seu pai, o príncipe Carlos, pediu a mão da namorada de longa data. O príncipe ofereceu a Kate Middleton o anel de safiras e diamantes do noivado de Diana, falecida em Paris num acidente de viação, em 1997. A sua intenção foi “juntar as duas mulheres mais ‘especiais’ da sua vida”, confessou, segundo adianta o jornal britânico. Este jovem e bonito casal irá casar na primavera ou no verão, numa cerimónia que irá certamente atrair “as maiores audiências televisivas mundiais”, refere o diário.
Um setor público tentacular, sindicatos todo-poderosos, uma política de clientelas. Na Grécia, os empresários têm uma lista de queixas interminável. Mas, depois de terem deslocalizado, negligenciado a investigação e praticado a evasão fiscal, estariam entre os primeiros a sofrer com uma saída do euro.
Apesar de se considerar como um povo ligado à Internet, as estatísticas mostram que apenas um terço da população da Estónia tem uma conta nesta conhecidíssima rede social. Porque a vida privada deve ser isso mesmo, pensam os restantes.
Alexis Tsipras, vencedor das eleições de 6 de maio e líder da coligação de esquerda radical Syriza, é a estrela do momento da política grega. A três semanas das legislativas de 17 de junho, o seu programa, que oscila entre o pragmatismo e a luta de classes, preocupa muitas capitais europeias.