"Tycho Brahe foi finalmente descoberto", é o título do Politiken: após um processo administrativo que durou dez anos, o arqueólogo dinamarquês Jens Velle e a sua equipa checo-dinamarquesa conseguiram, finalmente, exumar os restos mortais do célebre astrónomo dinamarquês, enterrado em Praga, para serem examinados. A lenda diz que sucumbiu por ter retido durante tempo de mais a urina, durante um banquete na corte do imperador Rodolfo II, apesar de a explicação mais corrente dizer que a morte se deveu a um cálculo ou a uma septicemia ou a um auto envenenamento com mercúrio. Segundo um romance publicado recentemente, e os trabalho de um especialista na época medieval, da Universidade de Estrasburgo, Brahe terá sido assassinado por ordem do rei da Dinamarca. Os cientistas têm, agora, de encontrar uma resposta até 19 de novembro, após o que Brahe terá de voltar para o seu túmulo.
Um setor público tentacular, sindicatos todo-poderosos, uma política de clientelas. Na Grécia, os empresários têm uma lista de queixas interminável. Mas, depois de terem deslocalizado, negligenciado a investigação e praticado a evasão fiscal, estariam entre os primeiros a sofrer com uma saída do euro.
Apesar de se considerar como um povo ligado à Internet, as estatísticas mostram que apenas um terço da população da Estónia tem uma conta nesta conhecidíssima rede social. Porque a vida privada deve ser isso mesmo, pensam os restantes.
Alexis Tsipras, vencedor das eleições de 6 de maio e líder da coligação de esquerda radical Syriza, é a estrela do momento da política grega. A três semanas das legislativas de 17 de junho, o seu programa, que oscila entre o pragmatismo e a luta de classes, preocupa muitas capitais europeias.