“Vaiámo-los”, traz o Gazeta Wyborcza em título, referindo-se ao encontro de apoiantes da extrema-direita e seus opositores da esquerda durante as celebrações de 11 de novembro, Dia da Independência na Polónia. Registou-se um número recorde de participantes em ambas as manifestações, com cerca de dois mil membros da Organização Nacional Radical (ONR) a enfrentar uma aliança de três mil pessoas, entre feministas, antifascistas, homossexuais e simpatizantes de esquerda. Estes, seguindo o conselho do Gazeta Wyborcza, levaram apitos para abafar as palavras de ordem dos opositores e bloquearam-lhes a passagem, conduzindo a pequenas escaramuças e algumas detenções. “A maré do nacionalismo está a subir na Europa e chegou à Polónia”, adverte o diário liberal.
Um setor público tentacular, sindicatos todo-poderosos, uma política de clientelas. Na Grécia, os empresários têm uma lista de queixas interminável. Mas, depois de terem deslocalizado, negligenciado a investigação e praticado a evasão fiscal, estariam entre os primeiros a sofrer com uma saída do euro.
Apesar de se considerar como um povo ligado à Internet, as estatísticas mostram que apenas um terço da população da Estónia tem uma conta nesta conhecidíssima rede social. Porque a vida privada deve ser isso mesmo, pensam os restantes.
Alexis Tsipras, vencedor das eleições de 6 de maio e líder da coligação de esquerda radical Syriza, é a estrela do momento da política grega. A três semanas das legislativas de 17 de junho, o seu programa, que oscila entre o pragmatismo e a luta de classes, preocupa muitas capitais europeias.