“Uma empresa belga exportou urânio para o Irão”, titula De Standaard. O diário noticia que foram apresentadas duas queixas contra empresas (cujas identidades não foram reveladas), por terem exportado urânio empobrecido – podendo ser utilizado como revestimento em armas nucleares – e zircónio – utilizado em instalações nucleares e que pode servir para a fabricação de bombas convencionais -, para o Irão, sem terem as autorizações necessárias e quando o Irão está sob sanções internacionais, reforçadas desde junho último por falta de colaboração com a Agência Internacional de Energia Atómica e pelo desrespeito dos compromissos internacionais a propósito do seu programa nuclear. Este caso é ainda mais embaraçoso para o Governo belga numa altura em que a Bélgica preside à União Europeia, sublinha o diário.
Um setor público tentacular, sindicatos todo-poderosos, uma política de clientelas. Na Grécia, os empresários têm uma lista de queixas interminável. Mas, depois de terem deslocalizado, negligenciado a investigação e praticado a evasão fiscal, estariam entre os primeiros a sofrer com uma saída do euro.
Apesar de se considerar como um povo ligado à Internet, as estatísticas mostram que apenas um terço da população da Estónia tem uma conta nesta conhecidíssima rede social. Porque a vida privada deve ser isso mesmo, pensam os restantes.
Alexis Tsipras, vencedor das eleições de 6 de maio e líder da coligação de esquerda radical Syriza, é a estrela do momento da política grega. A três semanas das legislativas de 17 de junho, o seu programa, que oscila entre o pragmatismo e a luta de classes, preocupa muitas capitais europeias.