SME, 10 novembro 2010
“Assassinaram Ernest Valko“, exclama o SME, após o assassínio, em 8 de novembro, do conhecido e “imensamente influente” advogado eslovaco. Valko, que era próximo do novo Governo, em especial do partido da primeira-ministra democrata-cristã, Iveta Radicova, foi assassinado com uma bala no coração, em sua casa, no subúrbio de Bratislava. “Valko era um personagem político, público no sentido lato. Fazia parte das pessoas que instauraram a nossa Constituição, as leis, o espaço público. A bala no seu coração é, pois, uma bala no coração do nosso país“, lê-se no jornal.
Um setor público tentacular, sindicatos todo-poderosos, uma política de clientelas. Na Grécia, os empresários têm uma lista de queixas interminável. Mas, depois de terem deslocalizado, negligenciado a investigação e praticado a evasão fiscal, estariam entre os primeiros a sofrer com uma saída do euro.
Apesar de se considerar como um povo ligado à Internet, as estatísticas mostram que apenas um terço da população da Estónia tem uma conta nesta conhecidíssima rede social. Porque a vida privada deve ser isso mesmo, pensam os restantes.
Alexis Tsipras, vencedor das eleições de 6 de maio e líder da coligação de esquerda radical Syriza, é a estrela do momento da política grega. A três semanas das legislativas de 17 de junho, o seu programa, que oscila entre o pragmatismo e a luta de classes, preocupa muitas capitais europeias.