“França-China: Os contratos da reconciliação”, é o título de Les Echos no primeiro dia da visita de Estado do Presidente chinês Xu Jintao a França. Os industriais franceses esperam uma “safra de contratos”, mas “andam em pezinhos de lã”. “As assinaturas de grandes contratos estão todas subordinadas ao poder político (na China)”, recorda o diário económico. E foi assim que, após um encontro entre Sarkozy e o Dalai Lama, em 2008, Pequim congelou a assinatura de vários grandes contratos. O Eliseu procura agora reatar boas relações com a China, “vontade implicitamente confirmada aquando da recente atribuição do prémio Nobel da Paz ao dissidente chinês aprisionado, Liu Xiaobo”, observa Les Echos, recordando que, então, os analistas tinham apontado “o silêncio eloquente do Eliseu”.
Um setor público tentacular, sindicatos todo-poderosos, uma política de clientelas. Na Grécia, os empresários têm uma lista de queixas interminável. Mas, depois de terem deslocalizado, negligenciado a investigação e praticado a evasão fiscal, estariam entre os primeiros a sofrer com uma saída do euro.
Apesar de se considerar como um povo ligado à Internet, as estatísticas mostram que apenas um terço da população da Estónia tem uma conta nesta conhecidíssima rede social. Porque a vida privada deve ser isso mesmo, pensam os restantes.
Alexis Tsipras, vencedor das eleições de 6 de maio e líder da coligação de esquerda radical Syriza, é a estrela do momento da política grega. A três semanas das legislativas de 17 de junho, o seu programa, que oscila entre o pragmatismo e a luta de classes, preocupa muitas capitais europeias.