"Danke, Herr Präsident". O Tageszeitung exibe um grande obrigado a Christian Wulff. Enquanto na Alemanha o debate sobre a imigração e o Islão está no auge, depois de a chanceler Angela Merkel ter proclamado o malogro do multiculturalismo, o Presidente alemão acalmou os ânimos na sua visita à Turquia, afirmando que os imigrantes turcos exercem uma influência positiva sobre a sociedade alemã. A "palavra necessária", considera o diário berlinense, "no momento em que o racismo volta a ser considerado apresentável na Alemanha". A imprensa alemã em geral retoma outra frase pronunciada por Wulff em Ancara, a de que "o cristianismo faz parte da Turquia", que vem no seguimento de "o Islão faz parte da Alemanha", frase que pronunciou no início de outubro em Brema.
Um setor público tentacular, sindicatos todo-poderosos, uma política de clientelas. Na Grécia, os empresários têm uma lista de queixas interminável. Mas, depois de terem deslocalizado, negligenciado a investigação e praticado a evasão fiscal, estariam entre os primeiros a sofrer com uma saída do euro.
Apesar de se considerar como um povo ligado à Internet, as estatísticas mostram que apenas um terço da população da Estónia tem uma conta nesta conhecidíssima rede social. Porque a vida privada deve ser isso mesmo, pensam os restantes.
Alexis Tsipras, vencedor das eleições de 6 de maio e líder da coligação de esquerda radical Syriza, é a estrela do momento da política grega. A três semanas das legislativas de 17 de junho, o seu programa, que oscila entre o pragmatismo e a luta de classes, preocupa muitas capitais europeias.