No momento em que o Parlamento Europeu tem de se manifestar sobre o prolongamento de 14 para 20 semanas da duração mínima de licença de maternidade na Europa, "as vozes críticas fazem-se ouvir", nota o Dagens Nyheter. Segundo o diário sueco, com efeito, a medida não recolhe unanimidade no seio da UE, pois "encarece, não convém a todos os países e poderá dificultar a entrada das novas mães no mercado de trabalho". Obviamente que os custos são importantes, reconhece o jornal, "mas o que será da Europa se não for possível conciliar filhos e trabalho?" "A maior parte dos partidos que se opõem à licença de maternidade comum procuram fechar ainda mais as fronteiras da Europa. Mas a Europa precisa tanto de crianças como precisa de imigrantes.” É por isto que "é razoável que haja certas regras comuns no mercado de trabalho", nomeadamente em matéria de licença de maternidade, mesmo que, conforme refere o Dagens Nyheter, "a atual proposta seja demasiado específica: um mínimo de regras claras seria o suficiente. Demasiadas regras complexas servem apenas o jogo dos populistas".
Um setor público tentacular, sindicatos todo-poderosos, uma política de clientelas. Na Grécia, os empresários têm uma lista de queixas interminável. Mas, depois de terem deslocalizado, negligenciado a investigação e praticado a evasão fiscal, estariam entre os primeiros a sofrer com uma saída do euro.
Apesar de se considerar como um povo ligado à Internet, as estatísticas mostram que apenas um terço da população da Estónia tem uma conta nesta conhecidíssima rede social. Porque a vida privada deve ser isso mesmo, pensam os restantes.
Alexis Tsipras, vencedor das eleições de 6 de maio e líder da coligação de esquerda radical Syriza, é a estrela do momento da política grega. A três semanas das legislativas de 17 de junho, o seu programa, que oscila entre o pragmatismo e a luta de classes, preocupa muitas capitais europeias.