“Primeiro assassínio na guerra interna polaca”, é o título do Polska The Times, no dia a seguir ao assassínio a tiro, na cidade de Łódź, de Marek Rosiak, de 62 anos, assistente dos membros do Parlamento Europeu pelo partido Lei e Justiça (PiS), tendo-se registado ainda um ferido grave. O autor, um antigo taxista, foi rapidamente detido. Durante o interrogatório, admitiu querer matar Jarosław Kaczynski (líder do PiS), por odiar o seu partido. “É o resultado trágico dos conflitos políticos”, lamenta o diário, que argumenta: “Estava-se a ver. Mentiras, ódio e agressões não são jogos que terminem quando o programa televisivo ou o comício do partido acaba. Predispõem à continuação, precisam de vítimas.” Jarosław Kaczynski insistiu que o assassínio foi provocado pela “campanha de ódio que há muito vem sendo levada a cabo contra o PiS”, enquanto o primeiro-ministro Donald Tusk sublinhava que já é tempo de as pessoas na Polónia “moderarem os hábitos”.
Um setor público tentacular, sindicatos todo-poderosos, uma política de clientelas. Na Grécia, os empresários têm uma lista de queixas interminável. Mas, depois de terem deslocalizado, negligenciado a investigação e praticado a evasão fiscal, estariam entre os primeiros a sofrer com uma saída do euro.
Apesar de se considerar como um povo ligado à Internet, as estatísticas mostram que apenas um terço da população da Estónia tem uma conta nesta conhecidíssima rede social. Porque a vida privada deve ser isso mesmo, pensam os restantes.
Alexis Tsipras, vencedor das eleições de 6 de maio e líder da coligação de esquerda radical Syriza, é a estrela do momento da política grega. A três semanas das legislativas de 17 de junho, o seu programa, que oscila entre o pragmatismo e a luta de classes, preocupa muitas capitais europeias.