“A morte não altera a tática sueca” no Afeganistão, nota o Svenska Dagbladet após o falecimento, em 16 de outubro, do quinto soldado sueco naquele país, desde 2001. No entanto, em Estocolmo, o acontecimento provoca “um apelo à união nacional” no Parlamento, considera o diário. Na Suécia, a decisão de contratar soldados para um conflito no estrangeiro sempre foi tomada por consenso entre sociais-democratas e os partidos conservadores e do centro. Mas hoje, pela primeira vez, o Parlamento está dividido. Ora o Governo quer prolongar o mandato dos 500 soldados em serviço no Afeganistão, mas os sociais-democratas e os Verdes exigem a sua retirada. A entrada para o Parlamento do partido de extrema-direita, os Democratas da Suécia, complica ainda mais a situação.
Um setor público tentacular, sindicatos todo-poderosos, uma política de clientelas. Na Grécia, os empresários têm uma lista de queixas interminável. Mas, depois de terem deslocalizado, negligenciado a investigação e praticado a evasão fiscal, estariam entre os primeiros a sofrer com uma saída do euro.
Apesar de se considerar como um povo ligado à Internet, as estatísticas mostram que apenas um terço da população da Estónia tem uma conta nesta conhecidíssima rede social. Porque a vida privada deve ser isso mesmo, pensam os restantes.
Alexis Tsipras, vencedor das eleições de 6 de maio e líder da coligação de esquerda radical Syriza, é a estrela do momento da política grega. A três semanas das legislativas de 17 de junho, o seu programa, que oscila entre o pragmatismo e a luta de classes, preocupa muitas capitais europeias.