A morte de quatro caçadores alpinos, a 9 de outubro, na província afegã de Farah, reabriu o debate sobre a participação da Itália na Força Internacional de Assistência para Segurança (FIAS). E a revista L’Espresso desmente as garantias do Governo quanto ao caráter “pacífico” da missão italiana, revelando que, de facto, os soldados travam uma “guerra secreta”, na qual “os militares italianos combatem todos os dias e matam centenas de combatentes”. A revista teve acesso a novos documentos secretos através do site WikiLeaks, que descrevem “uma série infinita de confrontos, com raides aéreos e entre as aldeias. Uma missão onde há traidores e agentes duplos, com militares afegãos treinados pela NATO que ajudam os talibãs, e dúvidas quanto à utilização efetiva, pelo Governo de Cabul, de centenas de milhões de euros de ajudas – italiana, entre outras – destinadas à reconstrução do país”.
Um setor público tentacular, sindicatos todo-poderosos, uma política de clientelas. Na Grécia, os empresários têm uma lista de queixas interminável. Mas, depois de terem deslocalizado, negligenciado a investigação e praticado a evasão fiscal, estariam entre os primeiros a sofrer com uma saída do euro.
Apesar de se considerar como um povo ligado à Internet, as estatísticas mostram que apenas um terço da população da Estónia tem uma conta nesta conhecidíssima rede social. Porque a vida privada deve ser isso mesmo, pensam os restantes.
Alexis Tsipras, vencedor das eleições de 6 de maio e líder da coligação de esquerda radical Syriza, é a estrela do momento da política grega. A três semanas das legislativas de 17 de junho, o seu programa, que oscila entre o pragmatismo e a luta de classes, preocupa muitas capitais europeias.