“Descartada a exumação dos despojos do Valle de los Caídos”, anuncia o ABC neste dia de festa nacional em Espanha. Situada perto de Madrid, a basílica contém o túmulo de Franco e os restos mortais de quase 40 mil combatentes de ambos os lados da Guerra Civil espanhola. O diário relata que, no dia 6 de setembro, uma equipa de médicos legistas enviada pelo Governo analisou “secretamente” os restos humanos, “sem tocar num osso”, e concluiu que a identificação dos corpos não era possível devido às más condições de conservação do lugar. O Governo agiu a pedido de várias famílias de republicanos ali enterrados, que recorreram à lei de 2007 sobre a memória histórica. O diploma, destinado a permitir identificar os restos mortais dos republicanos envolvidos na guerra e a repor a sua memória, levantou protestos da direita e um intenso debate político em Espanha. O diário conservador critica esta iniciativa por ter sido tomada “sem ordem judicial” e “sem transparência”.
Um setor público tentacular, sindicatos todo-poderosos, uma política de clientelas. Na Grécia, os empresários têm uma lista de queixas interminável. Mas, depois de terem deslocalizado, negligenciado a investigação e praticado a evasão fiscal, estariam entre os primeiros a sofrer com uma saída do euro.
Apesar de se considerar como um povo ligado à Internet, as estatísticas mostram que apenas um terço da população da Estónia tem uma conta nesta conhecidíssima rede social. Porque a vida privada deve ser isso mesmo, pensam os restantes.
Alexis Tsipras, vencedor das eleições de 6 de maio e líder da coligação de esquerda radical Syriza, é a estrela do momento da política grega. A três semanas das legislativas de 17 de junho, o seu programa, que oscila entre o pragmatismo e a luta de classes, preocupa muitas capitais europeias.