“As moedas tornaram-se as novas armas”, titula o Dziennik Gazeta Prawna, depois do tempestuoso encontro de ministros das Finanças do Fundo Monetário Internacional (FMI), no passado sábado, em Washington. Comentando o desacordo entre os Estados Unidos e a China sobre a desvalorização do yuan chinês, Dominique Strauss-Kahn, diretor do FMI, avisou que “se não se chegar rapidamente a um acordo, o crescimento económico pode tornar-se duas vezes mais lento e os países arriscam-se a enfrentar uma recessão”. Os Estados Unidos acusaram a China de “destruir postos de trabalho na América” e exigiu uma valorização de um terço do yuan. Mas Pequim respondeu insistindo que os mercados financeiros continuam instáveis por causa do hábito norte-americano de “imprimir dinheiro vazio”. O diário de Varsóvia argumenta que “o crescimento em espiral de uma guerra monetária, que Bruxelas ainda observa do lado de fora, pode aniquilar o anémico crescimento registado nos Estados Unidos e na União Europeia”.
Um setor público tentacular, sindicatos todo-poderosos, uma política de clientelas. Na Grécia, os empresários têm uma lista de queixas interminável. Mas, depois de terem deslocalizado, negligenciado a investigação e praticado a evasão fiscal, estariam entre os primeiros a sofrer com uma saída do euro.
Apesar de se considerar como um povo ligado à Internet, as estatísticas mostram que apenas um terço da população da Estónia tem uma conta nesta conhecidíssima rede social. Porque a vida privada deve ser isso mesmo, pensam os restantes.
Alexis Tsipras, vencedor das eleições de 6 de maio e líder da coligação de esquerda radical Syriza, é a estrela do momento da política grega. A três semanas das legislativas de 17 de junho, o seu programa, que oscila entre o pragmatismo e a luta de classes, preocupa muitas capitais europeias.