“O Governo polaco está, secretamente, a preparar-se para o euro”, escreve o Dziennik Gazeta Prawna. Apesar de ainda não ter sido estabelecida uma data oficial para a adoção da moeda única, já foi estabelecido um Quadro Estratégico Nacional do Euro, com uma agenda de atividades que incluem “atos legais necessários para substituir o zlóti pelo euro, as alterações necessárias nas redes de IT e a criação de um sistema de vigilância de preços”. Segundo declarações não oficiais de alguns ministros, a entrada no euro poderá acontecer em 2015. No entanto, Varsóvia prefere jogar pelo seguro e não divulgar a data planeada, lembrando a experiência de 2008, quando o primeiro-ministro Tusk prometeu que a transição teria lugar em 2011 para depois ter sido obrigado a voltar atrás com a promessa.
Um setor público tentacular, sindicatos todo-poderosos, uma política de clientelas. Na Grécia, os empresários têm uma lista de queixas interminável. Mas, depois de terem deslocalizado, negligenciado a investigação e praticado a evasão fiscal, estariam entre os primeiros a sofrer com uma saída do euro.
Apesar de se considerar como um povo ligado à Internet, as estatísticas mostram que apenas um terço da população da Estónia tem uma conta nesta conhecidíssima rede social. Porque a vida privada deve ser isso mesmo, pensam os restantes.
Alexis Tsipras, vencedor das eleições de 6 de maio e líder da coligação de esquerda radical Syriza, é a estrela do momento da política grega. A três semanas das legislativas de 17 de junho, o seu programa, que oscila entre o pragmatismo e a luta de classes, preocupa muitas capitais europeias.