La Croix, 21 setembro 2010
"Terrorismo, razão para a França ser visada", titula La Croix, depois de o ministro do Interior considerar a ameaça terrorista "real" e "iminente" no território francês. A 16 de setembro, cinco franceses foram raptados em Arlit (Níger), uma ação que reaviva os receios, atribuída pelas autoridades francesas à Al-Qaeda do Magreb islâmico. "Permanente", desde a chegada de quatro mil soldados franceses ao Afeganistão, a ameaça tem aumentado por causa "de outros acontecimentos, como a aprovação da lei sobre o véu integral, a 14 de setembro, ou as críticas de Paris ao Irão [que] transformaram a França num alvo ainda mais privilegiado", explica o diário.
Um setor público tentacular, sindicatos todo-poderosos, uma política de clientelas. Na Grécia, os empresários têm uma lista de queixas interminável. Mas, depois de terem deslocalizado, negligenciado a investigação e praticado a evasão fiscal, estariam entre os primeiros a sofrer com uma saída do euro.
Apesar de se considerar como um povo ligado à Internet, as estatísticas mostram que apenas um terço da população da Estónia tem uma conta nesta conhecidíssima rede social. Porque a vida privada deve ser isso mesmo, pensam os restantes.
Alexis Tsipras, vencedor das eleições de 6 de maio e líder da coligação de esquerda radical Syriza, é a estrela do momento da política grega. A três semanas das legislativas de 17 de junho, o seu programa, que oscila entre o pragmatismo e a luta de classes, preocupa muitas capitais europeias.