"Prevê-se uma reabertura escaldante do Parlamento bruxelense, no dia 23 de Junho. A sessão inaugural será co-presidida por Antoinette Spaak (do MR, partido liberal francófono), militante histórica da emancipação feminina, e Mahinur Özdemir (do CDH, Centro Democrata Humanista, centrista), primeira deputada de véu no país, ou mesmo na Europa continental", lembra o Le Soir. Aos 26 anos, Mahinur Özdemir está no centro de uma controvérsia desencadeada pela proposta de um deputado federal do MR que visa "proibir aos eleitos, arvorar qualquer sinal religioso ou filosófico". Eleita no dia 7 de Junho, nas eleições regionais, Mahinur Özdemir usa o véu "por sua própria iniciativa desde os 14 anos, ao contrário da irmã, que não o usa", precisa o diário, que vê na proposta do deputado do MR o voltar a pôr em causa "a própria essência do sufrágio universal".
Um setor público tentacular, sindicatos todo-poderosos, uma política de clientelas. Na Grécia, os empresários têm uma lista de queixas interminável. Mas, depois de terem deslocalizado, negligenciado a investigação e praticado a evasão fiscal, estariam entre os primeiros a sofrer com uma saída do euro.
Apesar de se considerar como um povo ligado à Internet, as estatísticas mostram que apenas um terço da população da Estónia tem uma conta nesta conhecidíssima rede social. Porque a vida privada deve ser isso mesmo, pensam os restantes.
Alexis Tsipras, vencedor das eleições de 6 de maio e líder da coligação de esquerda radical Syriza, é a estrela do momento da política grega. A três semanas das legislativas de 17 de junho, o seu programa, que oscila entre o pragmatismo e a luta de classes, preocupa muitas capitais europeias.