Gazeta Wyborcza, 17 setembro 2010
“Nada de cruz em frente ao Palácio”, escreve o Gazeta Wyborcza. A cruz colocada pelos escuteiros em frente ao palácio presidencial, após o acidente aéreo nos arredores de Smoleńsk, a 10 de abril, em que morreram 96 dirigentes de topo polacos – incluindo o presidente Lech Kaczyński – , foi levada, ontem, para a capela do palácio. Nos últimos meses, tornou-se “motivo de conflito político e religioso” e local de protestos tanto de “defensores” como das pessoas que se lhe opõem. O partido da oposição Lei e Justiça (PiS) e os “defensores” da cruz criticaram vivamente a mudança de local.
Um setor público tentacular, sindicatos todo-poderosos, uma política de clientelas. Na Grécia, os empresários têm uma lista de queixas interminável. Mas, depois de terem deslocalizado, negligenciado a investigação e praticado a evasão fiscal, estariam entre os primeiros a sofrer com uma saída do euro.
Apesar de se considerar como um povo ligado à Internet, as estatísticas mostram que apenas um terço da população da Estónia tem uma conta nesta conhecidíssima rede social. Porque a vida privada deve ser isso mesmo, pensam os restantes.
Alexis Tsipras, vencedor das eleições de 6 de maio e líder da coligação de esquerda radical Syriza, é a estrela do momento da política grega. A três semanas das legislativas de 17 de junho, o seu programa, que oscila entre o pragmatismo e a luta de classes, preocupa muitas capitais europeias.