“Será que uma visita do líder tchetcheno vai provocar um escândalo internacional?”, questiona o Gazeta Wyborcza. Akhmed Zakayev, primeiro-ministro do Governo tchetcheno no exílio, vai estar presente no III Congresso Mundial da Tchetchénia que começa hoje em Pułtusk. Entretanto, a Rússia, que emitiu um mandato de captura internacional contra o líder tchetcheno, acusando-o de terrorismo, pede a sua extradição. De acordo com o diário polaco, a Polónia não tem outra alternativa a não ser “deter Zakayev” assim que o dirigente atravessar a fronteira. O tribunal polaco terá então de decidir se o pode extraditar para a Rússia. Zakayev já foi detido no Reino Unido e na Dinamarca, mas nenhum destes países o considerou culpado de terrorismo, pelo que se recusaram a entregá-lo às autoridades russas. Em 2003, o líder tchetcheno conseguiu asilo político no Reino Unido.
Um setor público tentacular, sindicatos todo-poderosos, uma política de clientelas. Na Grécia, os empresários têm uma lista de queixas interminável. Mas, depois de terem deslocalizado, negligenciado a investigação e praticado a evasão fiscal, estariam entre os primeiros a sofrer com uma saída do euro.
Apesar de se considerar como um povo ligado à Internet, as estatísticas mostram que apenas um terço da população da Estónia tem uma conta nesta conhecidíssima rede social. Porque a vida privada deve ser isso mesmo, pensam os restantes.
Alexis Tsipras, vencedor das eleições de 6 de maio e líder da coligação de esquerda radical Syriza, é a estrela do momento da política grega. A três semanas das legislativas de 17 de junho, o seu programa, que oscila entre o pragmatismo e a luta de classes, preocupa muitas capitais europeias.