Der Standard, 9 setembro 2010
“Os investigadores querem saber mais”, escreve Der Standard. Pela segunda vez em sete dias, Karl-Heinz Grasser, foi interrogado a 8 de setembro sobre o “caso Buwog". Grasser, que era ministro das Finanças austríaco durante a privatização de 2004 – a mais importante após a guerra – de empresa de construção Buwog, é suspeito de favorecimento de interesses e abuso de poder. Este flamejante político é igualmente suspeito de ter pressionado a reforma da lei dos jogos depois de ter recebido 450 mil euros da empresa de jogos Novomatic. E algumas das pessoas que lhe são próximas terão lucrado com a escandalosa venda do Hypo Group Alpe Adria ao bávaro Landesbank.
Um setor público tentacular, sindicatos todo-poderosos, uma política de clientelas. Na Grécia, os empresários têm uma lista de queixas interminável. Mas, depois de terem deslocalizado, negligenciado a investigação e praticado a evasão fiscal, estariam entre os primeiros a sofrer com uma saída do euro.
Apesar de se considerar como um povo ligado à Internet, as estatísticas mostram que apenas um terço da população da Estónia tem uma conta nesta conhecidíssima rede social. Porque a vida privada deve ser isso mesmo, pensam os restantes.
Alexis Tsipras, vencedor das eleições de 6 de maio e líder da coligação de esquerda radical Syriza, é a estrela do momento da política grega. A três semanas das legislativas de 17 de junho, o seu programa, que oscila entre o pragmatismo e a luta de classes, preocupa muitas capitais europeias.