Berliner Zeitung, 2 setembro 2010
"O Bundesbank pôs Thilo Sarrazin na rua", revela o Berliner Zeitung, diantando que a Comissão Executiva do banco central alemão se pronunciou a favor da partida do seu elemento tão contestado. Neste momento, Thilo Sarrazin dá que falar por causa do seu livro, A Alemanha autodestrói-se, e dos seus comentários, considerados racistas, sobre a não integração de judeus e muçulmanos na Alemanha. Não é a primeira vez que o banqueiro é polémico mas, "desta vez, a Comissão Executiva quer cortar de uma vez por todas com ele", nota o diário alemão. Resta saber "como" despedir Sarrazin, dada a natureza confusa do processo jurídico, que exige que se faça prova de que ele tenha cometido "uma falta grave que afete a reputação da empresa".
Um setor público tentacular, sindicatos todo-poderosos, uma política de clientelas. Na Grécia, os empresários têm uma lista de queixas interminável. Mas, depois de terem deslocalizado, negligenciado a investigação e praticado a evasão fiscal, estariam entre os primeiros a sofrer com uma saída do euro.
Apesar de se considerar como um povo ligado à Internet, as estatísticas mostram que apenas um terço da população da Estónia tem uma conta nesta conhecidíssima rede social. Porque a vida privada deve ser isso mesmo, pensam os restantes.
Alexis Tsipras, vencedor das eleições de 6 de maio e líder da coligação de esquerda radical Syriza, é a estrela do momento da política grega. A três semanas das legislativas de 17 de junho, o seu programa, que oscila entre o pragmatismo e a luta de classes, preocupa muitas capitais europeias.