i, 2 setembro 2010
“As máfias internacionais da cibercriminalidade operam em Portugal para branquearem dinheiro”, escreve o diário i. Redes criminosas russas e brasileiras praticantes de phishing (obtenção de dados através de pirataria informática), representam 75% da cybercriminalidade, tendo causado um prejuízo de dois milhões de euros desde o início do ano, explica o jornal lisboeta. Os bancos online e os sites de transferência de dinheiro são os mais visados, especialmente aqueles que são utilizados pelos imigrantes da Europa de Leste, explica o i.
Um setor público tentacular, sindicatos todo-poderosos, uma política de clientelas. Na Grécia, os empresários têm uma lista de queixas interminável. Mas, depois de terem deslocalizado, negligenciado a investigação e praticado a evasão fiscal, estariam entre os primeiros a sofrer com uma saída do euro.
Apesar de se considerar como um povo ligado à Internet, as estatísticas mostram que apenas um terço da população da Estónia tem uma conta nesta conhecidíssima rede social. Porque a vida privada deve ser isso mesmo, pensam os restantes.
Alexis Tsipras, vencedor das eleições de 6 de maio e líder da coligação de esquerda radical Syriza, é a estrela do momento da política grega. A três semanas das legislativas de 17 de junho, o seu programa, que oscila entre o pragmatismo e a luta de classes, preocupa muitas capitais europeias.