Público, 23 agosto 2010
"O fim de um pesadelo: 267 dias", proclaima a primeira página do Público. Os dois cooperantes espanhóis, raptados na Mauritânia em novembro passado, foram libertados ao fim de quase 9 meses de cativeiro. "O mais longo sequestro levado a cabo no norte de África", pela Al Qaeda no Magrebe islâmico (AQMI), chega ao fim após a extradição para o Mali de um terrorista condenado na Mauritânia. Segundo o canal de notícias Al Arabiya, "o Governo espanhol terá pago entre 5 e 10 milhões de euros pela libertação dos reféns" como parte do acordo.
Um setor público tentacular, sindicatos todo-poderosos, uma política de clientelas. Na Grécia, os empresários têm uma lista de queixas interminável. Mas, depois de terem deslocalizado, negligenciado a investigação e praticado a evasão fiscal, estariam entre os primeiros a sofrer com uma saída do euro.
Apesar de se considerar como um povo ligado à Internet, as estatísticas mostram que apenas um terço da população da Estónia tem uma conta nesta conhecidíssima rede social. Porque a vida privada deve ser isso mesmo, pensam os restantes.
Alexis Tsipras, vencedor das eleições de 6 de maio e líder da coligação de esquerda radical Syriza, é a estrela do momento da política grega. A três semanas das legislativas de 17 de junho, o seu programa, que oscila entre o pragmatismo e a luta de classes, preocupa muitas capitais europeias.