Svenska Dagbladet, 19 agosto 2010
"A UE é o buraco de uma agulha", titula o Svenska Dagbladet, que refere que "os esforços da União Europeia para aplicar uma política comum sobre imigração" começam a dar frutos: aprovado no decorrer da presidência sueca da UE, o "Programa de Estocolmo" permitiu que se aumentasse o número de deportações de imigrantes clandestinos em voo charter para os seus países de origem. Este ano, a FRONTEX (a Agência Europeia encarregada da segurança das fronteiras da União Europeia) coordenou 27 voos com origem em Estados membros. O diário sueco revela, porém, que um relatório da Human Rights Watch critica a falta de transparência destas deportações.
Um setor público tentacular, sindicatos todo-poderosos, uma política de clientelas. Na Grécia, os empresários têm uma lista de queixas interminável. Mas, depois de terem deslocalizado, negligenciado a investigação e praticado a evasão fiscal, estariam entre os primeiros a sofrer com uma saída do euro.
Apesar de se considerar como um povo ligado à Internet, as estatísticas mostram que apenas um terço da população da Estónia tem uma conta nesta conhecidíssima rede social. Porque a vida privada deve ser isso mesmo, pensam os restantes.
Alexis Tsipras, vencedor das eleições de 6 de maio e líder da coligação de esquerda radical Syriza, é a estrela do momento da política grega. A três semanas das legislativas de 17 de junho, o seu programa, que oscila entre o pragmatismo e a luta de classes, preocupa muitas capitais europeias.