Uma lei "que regula o 'direito de saber' dos cidadãos em relação à administração": assim resume o El País o objetivo da lei sobre a transparência e acesso dos cidadãos a documentos públicos, cujo anteprojeto será aprovado na próxima sexta-feira pelo Governo. O diário, que antecipa o conteúdo do texto, sublinha que "pela primeira vez em Espanha, uma lei reconhece o direito dos cidadãos a aceder aos documentos públicos", elaborados pelos serviços públicos, bem como pelos particulares que exercem missões de serviço público. A Espanha alinhará assim com "a maioria dos países europeus", que dispõe já de leis de transparência, e com as disposições do Conselho da Europa, que aprovou em 2008 a Convenção de Acesso a Documentos Oficiais, em que se inspira a presente lei espanhola.
Um setor público tentacular, sindicatos todo-poderosos, uma política de clientelas. Na Grécia, os empresários têm uma lista de queixas interminável. Mas, depois de terem deslocalizado, negligenciado a investigação e praticado a evasão fiscal, estariam entre os primeiros a sofrer com uma saída do euro.
Apesar de se considerar como um povo ligado à Internet, as estatísticas mostram que apenas um terço da população da Estónia tem uma conta nesta conhecidíssima rede social. Porque a vida privada deve ser isso mesmo, pensam os restantes.
Alexis Tsipras, vencedor das eleições de 6 de maio e líder da coligação de esquerda radical Syriza, é a estrela do momento da política grega. A três semanas das legislativas de 17 de junho, o seu programa, que oscila entre o pragmatismo e a luta de classes, preocupa muitas capitais europeias.