“O funeral de [Milan] Paumer muda o olhar sobre a resistência” anticomunista, titula o Mlada Fronta DNES, no dia seguinte ao das exéquias do célebre resistente. A participação dos principais líderes políticos checos conferiu a Milan Paumer (1931-2010) o estatuto de “herói” da oposição ao regime pró-soviético. O resistente fazia parte do grupo dos irmãos Mašín, que passou para o Ocidente em 1953. Apesar de a homenagem nacional a Paumer e aos irmãos Mašín continuar a dividir a opinião pública, o Governo de centro-direita de Petr Nečas prepara-se para aprovar uma lei que colocará “a luta contra o comunismo ao mesmo nível que a luta contra o nazismo”. Ao fim de mais de meio século os representantes da “terceira resistência” (a primeira foi contra o Império Austro-Húngaro e a segunda contra o nazismo) serão reabilitados, escreve o diário.
Um setor público tentacular, sindicatos todo-poderosos, uma política de clientelas. Na Grécia, os empresários têm uma lista de queixas interminável. Mas, depois de terem deslocalizado, negligenciado a investigação e praticado a evasão fiscal, estariam entre os primeiros a sofrer com uma saída do euro.
Apesar de se considerar como um povo ligado à Internet, as estatísticas mostram que apenas um terço da população da Estónia tem uma conta nesta conhecidíssima rede social. Porque a vida privada deve ser isso mesmo, pensam os restantes.
Alexis Tsipras, vencedor das eleições de 6 de maio e líder da coligação de esquerda radical Syriza, é a estrela do momento da política grega. A três semanas das legislativas de 17 de junho, o seu programa, que oscila entre o pragmatismo e a luta de classes, preocupa muitas capitais europeias.