A pouco e pouco, o euro vai abrindo caminho na Suécia. Depois de Haparanda e Höganäs, a cidade de Sollentuna, perto de Estocolmo, decidiu introduzir a moeda europeia como meio de pagamento, em paralelo à coroa sueca. A partir do próximo ano, os seus cerca de 60 000 habitantes poderão utilizar o euro em lojas, restaurantes, máquinas dos parques de estacionamento e piscinas. As caixas de multibanco passarão a ter euros e coroas.
O presidente da Câmara, o liberal Lennart Gabrielsson, explicou ao Svenska Dagbladet que era "normal” que a sua cidade tomasse esta iniciativa: “A população de Sollentuna é jovem, instruída e a favor da UE”. É seu objectivo confesso conseguir que seja realizado um novo referendo sobre a adesão da Suécia à moeda única, depois da vitória do não no referendo de 2003.
Um setor público tentacular, sindicatos todo-poderosos, uma política de clientelas. Na Grécia, os empresários têm uma lista de queixas interminável. Mas, depois de terem deslocalizado, negligenciado a investigação e praticado a evasão fiscal, estariam entre os primeiros a sofrer com uma saída do euro.
Apesar de se considerar como um povo ligado à Internet, as estatísticas mostram que apenas um terço da população da Estónia tem uma conta nesta conhecidíssima rede social. Porque a vida privada deve ser isso mesmo, pensam os restantes.
Alexis Tsipras, vencedor das eleições de 6 de maio e líder da coligação de esquerda radical Syriza, é a estrela do momento da política grega. A três semanas das legislativas de 17 de junho, o seu programa, que oscila entre o pragmatismo e a luta de classes, preocupa muitas capitais europeias.