O presidente eslovaco foi oficialmente reconduzido num segundo mandato de cinco anos, no dia 15 de Junho. Mas a cerimónia só interessou os turistas, considera a imprensa local. “Uma investidura sem ambição”, considera o SME, salientando que apenas “os fervorosos acríticos do Presidente, que se contentam com um simples discurso patético”, terão sido surpreendidos.
No entanto, o discurso de três minutos de Ivan Gasparovic, pronunciado da varanda do seu palácio, em Bratislava, foi interrompido pelos militantes dos direitos humanos na China. “As pessoas que apenas sabem brandir cartazes acima das suas cabeças e não fazem nada, não me interessam”, respondeu o Chefe do Estado.
Aquando da visita do Presidente chinês, Hu Jintao, em 18 de Junho, as manifestações serão bastante condicionadas.
Um setor público tentacular, sindicatos todo-poderosos, uma política de clientelas. Na Grécia, os empresários têm uma lista de queixas interminável. Mas, depois de terem deslocalizado, negligenciado a investigação e praticado a evasão fiscal, estariam entre os primeiros a sofrer com uma saída do euro.
Apesar de se considerar como um povo ligado à Internet, as estatísticas mostram que apenas um terço da população da Estónia tem uma conta nesta conhecidíssima rede social. Porque a vida privada deve ser isso mesmo, pensam os restantes.
Alexis Tsipras, vencedor das eleições de 6 de maio e líder da coligação de esquerda radical Syriza, é a estrela do momento da política grega. A três semanas das legislativas de 17 de junho, o seu programa, que oscila entre o pragmatismo e a luta de classes, preocupa muitas capitais europeias.