I Kathimerini, 7 julho 2010
No seu relatório intercalar sobre a execução do plano de reforma grego, publicado a 7 de julho, a Comissão deixa “três reparos”, titula o Kathimerini. O diário ateniense explica que o executivo europeu, mesmo que no conjunto esteja satisfeito com a redução de despesas prevista, pede mais esforços ao Governo nos domínios da concorrência, dos serviços de saúde e da inflação.
Um setor público tentacular, sindicatos todo-poderosos, uma política de clientelas. Na Grécia, os empresários têm uma lista de queixas interminável. Mas, depois de terem deslocalizado, negligenciado a investigação e praticado a evasão fiscal, estariam entre os primeiros a sofrer com uma saída do euro.
Apesar de se considerar como um povo ligado à Internet, as estatísticas mostram que apenas um terço da população da Estónia tem uma conta nesta conhecidíssima rede social. Porque a vida privada deve ser isso mesmo, pensam os restantes.
Alexis Tsipras, vencedor das eleições de 6 de maio e líder da coligação de esquerda radical Syriza, é a estrela do momento da política grega. A três semanas das legislativas de 17 de junho, o seu programa, que oscila entre o pragmatismo e a luta de classes, preocupa muitas capitais europeias.