"Mini-igualdade", titula o Gazeta Wyborcza, num momento em que a Polónia corre o risco de incorrer em multas pesadíssimas, por ignorar as diretivas da UE sobre igualdade de tratamento nos cuidados de saúde, na educação e no emprego. O diário de Varsóvia refere que o Governo poderá ter de pagar uma multa de até 260 mil euros, por cada dia em que a legislação nacional continue sem integrar os princípios daquelas diretivas. O Governo já preparou o projecto de lei mas tem estado a ser atacado pela Igreja Católica e por algumas ONG. A Igreja argumenta que as regras da UE sobre igualdade de tratamento poderão tornar a Polónia vulnerável a "formas de pressão diversas, não especificadas" (ou seja, o casamento de homossexuais). Por seu turno, as ONG consideram que os regulamentos propostos não vão suficientemente longe.
Um setor público tentacular, sindicatos todo-poderosos, uma política de clientelas. Na Grécia, os empresários têm uma lista de queixas interminável. Mas, depois de terem deslocalizado, negligenciado a investigação e praticado a evasão fiscal, estariam entre os primeiros a sofrer com uma saída do euro.
Apesar de se considerar como um povo ligado à Internet, as estatísticas mostram que apenas um terço da população da Estónia tem uma conta nesta conhecidíssima rede social. Porque a vida privada deve ser isso mesmo, pensam os restantes.
Alexis Tsipras, vencedor das eleições de 6 de maio e líder da coligação de esquerda radical Syriza, é a estrela do momento da política grega. A três semanas das legislativas de 17 de junho, o seu programa, que oscila entre o pragmatismo e a luta de classes, preocupa muitas capitais europeias.