The Irish Independent está a defender a causa da jornalista Suzanne Breen, que entrevistou recentemente membros do IRA Autêntico [Real IRA], o grupo dissidente responsável pelo assassinato de dois soldados britânicos em Março. Instada pela PSNI, a polícia da Irlanda do Norte, a revelar a sua fonte, Suzanne Breen poderá incorrer em pena de prisão (por se recusar a fazê-lo, ao abrigo do segredo profissional). Como se isso não bastasse, é alvo de ameaças de morte por parte do IRA Autêntico.
Entretanto, o filho do antigo líder unionista Ian Paisley foi convocado pelo tribunal que investiga a alegada conspiração oficial no assassinato do líder protestante Billy Wright, na prisão de Maze, na Irlanda do Norte, em 1997. Paisley Junior recusou-se a revelar o nome de um funcionário prisional que lhe terá revelado que os documentos e registos do período relevante tinham sido oficialmente destruídos. «Nos próximos meses, vai haver um tipo diferente de detidos nas prisões [da Irlanda] do Norte», refere este diário.
Um setor público tentacular, sindicatos todo-poderosos, uma política de clientelas. Na Grécia, os empresários têm uma lista de queixas interminável. Mas, depois de terem deslocalizado, negligenciado a investigação e praticado a evasão fiscal, estariam entre os primeiros a sofrer com uma saída do euro.
Apesar de se considerar como um povo ligado à Internet, as estatísticas mostram que apenas um terço da população da Estónia tem uma conta nesta conhecidíssima rede social. Porque a vida privada deve ser isso mesmo, pensam os restantes.
Alexis Tsipras, vencedor das eleições de 6 de maio e líder da coligação de esquerda radical Syriza, é a estrela do momento da política grega. A três semanas das legislativas de 17 de junho, o seu programa, que oscila entre o pragmatismo e a luta de classes, preocupa muitas capitais europeias.