De acordo com uma nova lei, polémica, cerca de 600 mil romenos podem recuperar as terras que lhes foram usurpadas há mais de 20 anos pelo regime comunista, traz o Evenimentul Zilei na primeira página: “Há anos que as pessoas reclamavam a devolução das terras, mas eram passadas de um organismo para outro”. As terras que não possam ser recuperadas pelo proprietário deverão ser substituídas por um novo lote, em qualquer zona do país. A maior parte dos terrenos abrangidos por esta medida estão alugados, pelo que o Estado deverá pagar uma indemnização para desalojar os locatários, assinala o jornal. Ora, em tempo de crise, o dinheiro escasseia. E há quem tema que os proprietários de direito procurem enriquecer, reclamando terrenos mais bem cotados do que as suas antigas propriedades.
Um setor público tentacular, sindicatos todo-poderosos, uma política de clientelas. Na Grécia, os empresários têm uma lista de queixas interminável. Mas, depois de terem deslocalizado, negligenciado a investigação e praticado a evasão fiscal, estariam entre os primeiros a sofrer com uma saída do euro.
Apesar de se considerar como um povo ligado à Internet, as estatísticas mostram que apenas um terço da população da Estónia tem uma conta nesta conhecidíssima rede social. Porque a vida privada deve ser isso mesmo, pensam os restantes.
Alexis Tsipras, vencedor das eleições de 6 de maio e líder da coligação de esquerda radical Syriza, é a estrela do momento da política grega. A três semanas das legislativas de 17 de junho, o seu programa, que oscila entre o pragmatismo e a luta de classes, preocupa muitas capitais europeias.