Público, 3 junho 2010

O primeiro-ministro espanhol “Zapatero anuncia que a reforma do mercado de trabalho será feita a 16 de Junho”,  titula o Público. O diário explica que a medida será imposta por um decreto-lei, porque os “sindicatos e o patronato se mostram pessimistas quanto á possibilidade de chegar a acordo” antes dessa data. José Luis Zapatero não adiantou pormenores desta reforma, exigida pelo FMI, mas afirma que é “necessária”, sublinha o Público, e que afectará “aspectos essenciais” do mercado de trabalho, a fim de o tornar mais flexível. Os sindicatos, por seu lado, ameaçam convocar uma greve geral se a reforma for aprovada por decreto. Entre as medidas em discussão: passar as indemnizações por despedimento de 45 para 33 dias por cada ano de trabalho e criar um modelo único de contrato de trabalho. O Público lembra que a taxa de desemprego, que se situa nos 19%, baixou pelo quarto mês consecutivo.