O primeiro-ministro espanhol “Zapatero anuncia que a reforma do mercado de trabalho será feita a 16 de Junho”, titula o Público. O diário explica que a medida será imposta por um decreto-lei, porque os “sindicatos e o patronato se mostram pessimistas quanto á possibilidade de chegar a acordo” antes dessa data. José Luis Zapatero não adiantou pormenores desta reforma, exigida pelo FMI, mas afirma que é “necessária”, sublinha o Público, e que afectará “aspectos essenciais” do mercado de trabalho, a fim de o tornar mais flexível. Os sindicatos, por seu lado, ameaçam convocar uma greve geral se a reforma for aprovada por decreto. Entre as medidas em discussão: passar as indemnizações por despedimento de 45 para 33 dias por cada ano de trabalho e criar um modelo único de contrato de trabalho. O Público lembra que a taxa de desemprego, que se situa nos 19%, baixou pelo quarto mês consecutivo.
Um setor público tentacular, sindicatos todo-poderosos, uma política de clientelas. Na Grécia, os empresários têm uma lista de queixas interminável. Mas, depois de terem deslocalizado, negligenciado a investigação e praticado a evasão fiscal, estariam entre os primeiros a sofrer com uma saída do euro.
Apesar de se considerar como um povo ligado à Internet, as estatísticas mostram que apenas um terço da população da Estónia tem uma conta nesta conhecidíssima rede social. Porque a vida privada deve ser isso mesmo, pensam os restantes.
Alexis Tsipras, vencedor das eleições de 6 de maio e líder da coligação de esquerda radical Syriza, é a estrela do momento da política grega. A três semanas das legislativas de 17 de junho, o seu programa, que oscila entre o pragmatismo e a luta de classes, preocupa muitas capitais europeias.