Washington critica os países da zona euro pelo pouco que têm feito para recuperar a economia mundial, informa o Süddeutsche Zeitung, por ocasião da visita de Timothy Geithner a Berlim e a Londres. O secretário do Tesouro norte-americano acusou os europeus de comprometerem o crescimento mundial, com os seus planos de austeridade, e de sabotarem, com a sua atitude, a cimeira do G20, a realizar no final de Junho, em Huntsville (Canadá). Washington quer, especificamente, que a França e a Alemanha apoiem mais o crescimento, para auxiliarem os países periféricos da zona euro. "A visita relâmpago de Timothy Geithner a Berlim deve ser entendida como uma prova de preocupação", escreve o SZ, que acrescenta que o isolamento de Berlim perante os especuladores leva a que "a Alemanha seja um risco para a economia mundial".
Um setor público tentacular, sindicatos todo-poderosos, uma política de clientelas. Na Grécia, os empresários têm uma lista de queixas interminável. Mas, depois de terem deslocalizado, negligenciado a investigação e praticado a evasão fiscal, estariam entre os primeiros a sofrer com uma saída do euro.
Apesar de se considerar como um povo ligado à Internet, as estatísticas mostram que apenas um terço da população da Estónia tem uma conta nesta conhecidíssima rede social. Porque a vida privada deve ser isso mesmo, pensam os restantes.
Alexis Tsipras, vencedor das eleições de 6 de maio e líder da coligação de esquerda radical Syriza, é a estrela do momento da política grega. A três semanas das legislativas de 17 de junho, o seu programa, que oscila entre o pragmatismo e a luta de classes, preocupa muitas capitais europeias.