"Esperança de segurança e paz na Somália." É com esta estratégia de choque que uma empresa de segurança alemã anunciou a intenção de enviar uma centena de mercenários, entre os quais antigos soldados do exército alemão, para a Somália. Programa do contrato exclusivo celebrado com o chefe do clã, e autoproclamado presidente, Abdinur Darman: protecção deste e também do conselho estratégico e execução de "medidas necessárias para restabelecer a segurança e a paz". "Os sinais de alarme dispararam mesmo nas mais altas esferas do Governo", escreve o Süddeutsche Zeitung. Berlim quer analisar mais atentamente o que o Asgaard – Grupo de Segurança alemão tenciona fazer naquele país agitado por ataques de piratas e a legalidade do envolvimento dos antigos soldados. "O aumento dos conflitos armados em todo o mundo acompanha a privatização da guerra", refere o diário de Munique, que estima em 250 milhões de euros o mercado anual da segurança privada. O grupo de segurança Asgaard fez saber, entretanto, que irá aguardar que a ONU reconheça Abdinur Darman antes de enviar o seu pessoal.
Um setor público tentacular, sindicatos todo-poderosos, uma política de clientelas. Na Grécia, os empresários têm uma lista de queixas interminável. Mas, depois de terem deslocalizado, negligenciado a investigação e praticado a evasão fiscal, estariam entre os primeiros a sofrer com uma saída do euro.
Apesar de se considerar como um povo ligado à Internet, as estatísticas mostram que apenas um terço da população da Estónia tem uma conta nesta conhecidíssima rede social. Porque a vida privada deve ser isso mesmo, pensam os restantes.
Alexis Tsipras, vencedor das eleições de 6 de maio e líder da coligação de esquerda radical Syriza, é a estrela do momento da política grega. A três semanas das legislativas de 17 de junho, o seu programa, que oscila entre o pragmatismo e a luta de classes, preocupa muitas capitais europeias.