Menos mortes evitáveis e menos tráfico de órgãos são os objectivos de uma directiva vinculativa sobre a doação e o transplante de órgãos entre os Estados-membros, que o Parlamento Europeu aprovou na semana passada. Hoje em dia o intercâmbio de órgãos entre países não é suficientemente fiável, devido à existência de legislações diferentes. Além disso, "60 mil europeus estão à espera de um órgão e, diariamente, 12 deles morrem por não disporem de um órgão que teria permitido curá-los", explica o Trouw. A directiva prevê a criação de um sistema de notificação e estipula que a doação deve ser "voluntária e não remunerada", mas o dador pode receber, "no máximo, uma indemnização pela operação e pela recuperação". Os Estados-membros deverão criar um sistema de intercâmbio de dados sobre a disponibilidade de órgãos, diferente consoante o país. O Parlamento Europeu pretende igualmente associar o registo dos potenciais dadores aos pedidos de passaporte ou de carta de condução.
Um setor público tentacular, sindicatos todo-poderosos, uma política de clientelas. Na Grécia, os empresários têm uma lista de queixas interminável. Mas, depois de terem deslocalizado, negligenciado a investigação e praticado a evasão fiscal, estariam entre os primeiros a sofrer com uma saída do euro.
Apesar de se considerar como um povo ligado à Internet, as estatísticas mostram que apenas um terço da população da Estónia tem uma conta nesta conhecidíssima rede social. Porque a vida privada deve ser isso mesmo, pensam os restantes.
Alexis Tsipras, vencedor das eleições de 6 de maio e líder da coligação de esquerda radical Syriza, é a estrela do momento da política grega. A três semanas das legislativas de 17 de junho, o seu programa, que oscila entre o pragmatismo e a luta de classes, preocupa muitas capitais europeias.