O Conselho Constitucional francês acaba de censurar a vertente repressiva da lei Hadopi, na luta contra a pirataria na Internet. De acordo com os “Sábios”, cortar o acesso à Internet – no caso transferências ilegais de ficheiros – é contrário à Constituição, porque este meio de comunicação social faz parte da “vida democrática e da expressão das ideias e opiniões". Consequentemente, "a liberdade de acesso a esses serviços de comunicação públicos digitais" só pode ser restringida por decisão judicial.
Esta disposição vai no sentido de uma alteração votada pelo Parlamento Europeu no dia 6 de Maio, para proteger os direitos fundamentais dos internautas. "É uma bofetada no Governo", comenta o jornal Le Figaro.
Um setor público tentacular, sindicatos todo-poderosos, uma política de clientelas. Na Grécia, os empresários têm uma lista de queixas interminável. Mas, depois de terem deslocalizado, negligenciado a investigação e praticado a evasão fiscal, estariam entre os primeiros a sofrer com uma saída do euro.
Apesar de se considerar como um povo ligado à Internet, as estatísticas mostram que apenas um terço da população da Estónia tem uma conta nesta conhecidíssima rede social. Porque a vida privada deve ser isso mesmo, pensam os restantes.
Alexis Tsipras, vencedor das eleições de 6 de maio e líder da coligação de esquerda radical Syriza, é a estrela do momento da política grega. A três semanas das legislativas de 17 de junho, o seu programa, que oscila entre o pragmatismo e a luta de classes, preocupa muitas capitais europeias.