Centenas de pessoas manifestaram-se nas ruas de Madrid e de outras cidades de Espanha, no dia 24 de Abril, para apoiarem o juiz Baltasar Garzón, noticia El Mundo. Garzón está a ser julgado por alegado abuso de poder durante a investigação de crimes durante a era de Franco, coisa que os apoiantes do juiz consideram “sujar” a memória das vítimas do ditador espanhol. As manifestações coincidiram com o pedido de Garzón para que o processo seja retirado a Luciano Varela, o juiz encarregue do seu caso, por este ter “um interesse indirecto” no julgamento. Alegou que Varela corrigiu as acusações do sindicato de direita Manos Limpias e do partido fascista Falange que conduziram ao processo agora em curso. O jornal conservador El Mundo considera as acusações de Garzón como uma “campanha de difamação”, e defende que “devia ser totalmente rejeitada por fraudulenta”, levada a cabo simplesmente “para ganhar tempo e arrastar o julgamento para evitar a sua (de Garzón) suspensão”. A decisão do Supremo Tribunal será conhecida dentro de dias.
Um setor público tentacular, sindicatos todo-poderosos, uma política de clientelas. Na Grécia, os empresários têm uma lista de queixas interminável. Mas, depois de terem deslocalizado, negligenciado a investigação e praticado a evasão fiscal, estariam entre os primeiros a sofrer com uma saída do euro.
Apesar de se considerar como um povo ligado à Internet, as estatísticas mostram que apenas um terço da população da Estónia tem uma conta nesta conhecidíssima rede social. Porque a vida privada deve ser isso mesmo, pensam os restantes.
Alexis Tsipras, vencedor das eleições de 6 de maio e líder da coligação de esquerda radical Syriza, é a estrela do momento da política grega. A três semanas das legislativas de 17 de junho, o seu programa, que oscila entre o pragmatismo e a luta de classes, preocupa muitas capitais europeias.